Essa semana acordei um uma idéia fixa na cabeça;
Criar um blog somente sobre esmaltes!
Gosto de esmaltes desde os meus 10/12 anos de idade, e hoje tenho mais de 200 vidrinhos. Gosto muito de pintar as unhas, e realmente constatei que esse é o assunto que mais posto aqui. Eu não quero acabar com o Pra Falar de Quase Tudo, mas, acho que meus vidrinhos merecem um blog só pra eles, por isso excluí daqui todas as postagens sobre esmaltes e postei lá. O blog ainda tá novo, eu ainda não tenho nenhum layout decente pra ele. Tenho que atrair novos seguidores, arranjar parcerias com marcas de esmaltes... Não assumi um compromisso, porque tenho outras coisas com que me preocupar na minha vida. Eu sei que todas as blogueiras esmaltólotras que vejo na net também tem suas vidas pra cuidar, mas, um blog desse tipo, e movimentado, eu não sei se consigo.
Enfim, eu criei o blog, mais pra minha diversão mesmo.
http://euqueroesseesmalte.blogspot.com/
Visita lá, segue, comenta, mostra pras amigas... o que quiser!
A presença de vcs lá me deixará muito feliz!
;)
terça-feira, 19 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Me rendi ao oxford! (Zaxy Trend)
Depois de criar essa postagem aqui e depois de saber sobre a Zaxy Trend, também postada aqui, morri de amores e queria logo a minha!
Daí que fui na rua hoje, mas, nem estava procurando, e mesmo assim achei! Na loja em que eu fui, tinha a preta, e a verde, e eu calcei um pé de cada cor, fiquei em dúvida sobre a qual trazer, maas, acabei trazendo a preta, porque a verde ficou meio folgada (e olha que era o meu número), enquanto a preta ficou normal e confortável.
Só o preço é que não condiz com as informações que vi na internet. Comprei a minha por R$ 57,90, mas, acho que isso é coisa da loja mesmo, e como o comércio já estava fechando e a possibilidade de eu achar os sapatos que eu quero no meu número, é praticamente única, eu não perdi a chance!
Ah, não posso esquecer de dizer, que - pasmem; ela também tem cheiro de Melissa! Isso mesmo, o cheirinho de Tutti Frutti que toda melisseira ama! # aham,senta lá,Grendene!
Daí que fui na rua hoje, mas, nem estava procurando, e mesmo assim achei! Na loja em que eu fui, tinha a preta, e a verde, e eu calcei um pé de cada cor, fiquei em dúvida sobre a qual trazer, maas, acabei trazendo a preta, porque a verde ficou meio folgada (e olha que era o meu número), enquanto a preta ficou normal e confortável.
Só o preço é que não condiz com as informações que vi na internet. Comprei a minha por R$ 57,90, mas, acho que isso é coisa da loja mesmo, e como o comércio já estava fechando e a possibilidade de eu achar os sapatos que eu quero no meu número, é praticamente única, eu não perdi a chance!
Ah, não posso esquecer de dizer, que - pasmem; ela também tem cheiro de Melissa! Isso mesmo, o cheirinho de Tutti Frutti que toda melisseira ama! # aham,senta lá,Grendene!
Gostei muito, e agora estou em dúvida se a próxima a comprar será verde, ou a marronzinha, que eu ainda não vi de perto, mas, tenho certeza que vou gostar!
Mais alguém aí gostou da Zaxy Trend?
;D
UPDATE: A Grendene disponibilizou no site deles, um mecanismo onde você pode pesquisar onde encontrar a Zaxy na sua cidade. Além de informar a loja, eles também mostram as cores e as numerações compradas pela loja. Legal, neh? Aqui em Itabuna por exemplo, todas as lojas só compraram as cores preta, marrom e verde. Aqui o site: http://www.grendene.com.br/www/soe/frmProdutos01.aspx?cdProduto=16239&cdGenero=2&cdMarca=480
terça-feira, 5 de julho de 2011
Trança Grega
Tempo atrás, eu vi esse vídeo no Blog da Carol
Achei liinda a trança, e fiquei morrendo de vontade de fazer, mas, meu cabelo tava beem curtinho. Bem, agora o meu cabelo cresceu mais, e eu tentei fazer, ficou assim:
Claro que neem se compara a do vídeo, e ficaria melhor se meu cabelo tivesse grandão, mas, eu tava só testando mesmo. Ah, e meu cabelo não tá dessa cor não, viu? Foi o flash! Meu cabelo é castanho escuro, mas eu tô pensando seriamente em voltar pro meu tonalizante preto azulado.. ai ai!
Tô dodói, não fui pro trabalho hoje, tô de férias; sem o que fazer. :p
Achei liinda a trança, e fiquei morrendo de vontade de fazer, mas, meu cabelo tava beem curtinho. Bem, agora o meu cabelo cresceu mais, e eu tentei fazer, ficou assim:
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| Clica que aumenta! ;) |
Claro que neem se compara a do vídeo, e ficaria melhor se meu cabelo tivesse grandão, mas, eu tava só testando mesmo. Ah, e meu cabelo não tá dessa cor não, viu? Foi o flash! Meu cabelo é castanho escuro, mas eu tô pensando seriamente em voltar pro meu tonalizante preto azulado.. ai ai!
Tô dodói, não fui pro trabalho hoje, tô de férias; sem o que fazer. :p
sexta-feira, 1 de julho de 2011
No dia em que o gato falou
Era uma vez uma dama gentil e senil que tinha um gato siamês. Gato siamês! Gato de raça, de bom-tom, de filiação, de ânimo cristão. Lindo gato, gato terno, amigo, pertencente a uma classe quase extinta de antigos deuses egípcios. Êste gato só faltava falar. Manso e inteligente, seu olhar era humano. Mas falar não falava. E sua dona, triste, todo dia passava uma ou duas horas repetindo sílabas e palavras para êle, na esperança de que um dia aquela inteligência que via em seu olhar explodisse em sons compreensíveis e claros. Mas, nada!
A dama gentil e senil era, naturalmente, incapaz de compreender o fenômeno. Tanto mais que ali mesmo à sua frente, prêso a um poleiro de ferro, estava um outro ser, também animal, inferior até ao gato, pois era sòmente uma pobre ave, mas que falava! Falava mesmo muito mais do que devia! Um papagaio que falava pelas tripas do Judas. Curiosa natureza, pensava a mulher, que fazia um gato quase humano, sem fala, e um papagaio cretino mas parlapatão. E quanto mais meditava mais tempo gastava com o gato no colo, tentando métodos, repetindo sílabas, redobrando cuidados, para ver se conseguia que seu miado virasse fala.
A dama gentil e senil era, naturalmente, incapaz de compreender o fenômeno. Tanto mais que ali mesmo à sua frente, prêso a um poleiro de ferro, estava um outro ser, também animal, inferior até ao gato, pois era sòmente uma pobre ave, mas que falava! Falava mesmo muito mais do que devia! Um papagaio que falava pelas tripas do Judas. Curiosa natureza, pensava a mulher, que fazia um gato quase humano, sem fala, e um papagaio cretino mas parlapatão. E quanto mais meditava mais tempo gastava com o gato no colo, tentando métodos, repetindo sílabas, redobrando cuidados, para ver se conseguia que seu miado virasse fala.
Exatamente no dia 16 de maio de 1958 foi que teve a idéia genial. Quando a idéia iluminou seu cérebro, veio logo acompanhada da crítica, autocrítica: “Mas, como não ocorreu isso antes” perguntou ela para si própria, muito gentil e senil como sempre, mas agora também autopunitiva. “Como não me ocorreu isso antes?” O papagaio viu o brilho da dona o seu (dêle) terrível destino e tentou escapar, mas estava prêso. Foi morto, depenado, e cozinhado em menos de uma hora. Pois o raciocínio da mulher era lógico e científico: se desse ao gato o papagaio como alimentação, não era evidente que o gato começaria a falar? Não era? O gato, a princípio, não quis comer o companheiro. Temendo ver fracassado o seu experimento científico, a dama gentil e senil procurou forçá-lo. Não conseguindo que o gato comesse o papagaio, bateu-lhe mesmo - horror! - pela primeira vez. Mas o gato se recusou. Duas horas depois, porém, vencido pela fome, aproximou-se do prato e engoliu o papagaio todo.
Imediatamente subiu-lhe uma ânsia do estômago, êle olhou para a dona e, enquanto esta chorava de alegria, começou a gritar (num tom meio currupaco, meio miau-aua-au (mas perfeitamente compreensível):
Imediatamente subiu-lhe uma ânsia do estômago, êle olhou para a dona e, enquanto esta chorava de alegria, começou a gritar (num tom meio currupaco, meio miau-aua-au (mas perfeitamente compreensível):
- Madame, foge pelo amor de Deus! Foge, madame, que o prédio vai cair. Corre madame, que o prédio vai cair!
A mulher, tremendo de comoção e de alegria, chorando e rindo, pôs-se a gritar por sua vez: - Vejam, vejam, meu gatinho fala! Milagre! Milagre! Fala o meu gatinho!
Mas o gato, fugindo ao seu abraço, saltou para a janela e gritou de novo:
- Foge, madame, que o prédio vai cair! Madame, foge! - e pulou para a rua.
- Foge, madame, que o prédio vai cair! Madame, foge! - e pulou para a rua.
Nesse momento, com um estrondo monstruoso, o prédio inteiro veio abaixo, sepultando a dama gentil e senil em meio aos seus escombros.
O gato, escondido melancòlicamente num terreno baldio, ficou vendo o tumulto diante do desastre e comentou apenas, com um gato mais pobre que passava:
Veja só que cretina. Passou a vida inteira para fazer eu falar e no momento em que eu falei não me prestou a mínima atenção.
MORAL: - O mal do artista é não acreditar na própria criação.
Do nosso Millôr, que voltou a ser internado ontem.
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